quarta-feira, 28 de outubro de 2009

DECRETO DA REVOLUÇÃO - PARTE 4


PARTE IV

O terror da solidão
Apontava no final do dia
As Capitus preparadas para guerra
Os Bentinhos à espera da morte.

Por mais que o decreto
Fosse assinado por ambos
Tinha algo que os unia
Uma mística misteriosa

Ela sempre o olhava
Ele sempre a desejava
Mas como não dizer
Que desse amor não nasceu um fruto

Seguindo os impulsos
Que sobrepujava suas dores
Um detalhe acabaria a guerra
Seria o sumo dos sumos
O resto dos restos
O amor da ressaca
E a razão da escrita.

DECRETO DA REVOLUÇÃO - PARTE 3



PARTER III

Atenção! Bentinhos
Lutaremos contra anjos
E não contra demônios
São mulheres prontas a amarem
Hoje a própria perfeição da fidelidade

Mirem em seus olhos de ressaca
Aí então! Chegará a sua alma recôndita
Apontem em seus lábios carnudos
Para dar o beijo da misericórdia

Bentinhos! Nossa guerra
É a conquista de seus corações
Deixaremos as verbalizações
Que não resoem mais negativamente.

Iremos a ultima luta
O decreto foi assinato
Direi-lhes nossa estratégia

Desarmem-se...
Como cavalheiros nos comportaremos
Imponhamos nossos chapeis sobre o peito
Abaixemo-nos... E pegamos
A ultima flor do jardim
Esquecida por elas.

Quando se aproximarem dirão:
“Que nossas mortes virá acompanhado da ressurreição”,
Morremos hoje, para amanhã ama-las ““.

DECRETO DA REVOLUÇÃO - PARTE II


PARTE II

Convocou outrora,
As mulheres rebeldes
Com palavras de ordem
A doce Capitu declarou:
“Ergam-se e vamos a luta”

Palavras contra palavras
Ego contra ego
Nem a tragédia de 11 de setembro
Nem a morte do líder Palestino Yaser
Deterá os anjos dos lábios carnudos
Da grande guerra verbalizada

Lá fora faz uma ventania
Conduzia-nas ao seu ponto,
Por onde perpassavam nascia
As ultimas flores do jardim esquecido
Rumo a ultima revolução
No coração da humanidade

Chegando ao local da batalha
A tragédia é quase inevitável
Os gametas unos-milhoes
Contra os óvulos duplos-resitentes
Diante de uma guerra racionaria
Lutando pelo direito sentimental.

DECRETO DA REVOLUÇÃO


PARTE I

Quando verbalizamos frases
Às vezes ditamos palavras em vão
Que retine para si mesmo,
Mazelas irreparáveis
[separáveis]

Fiquei malquisto por malquerência
Disvurtei uma boca nervosa
Porém, carnuda...
Que desnudas outras palavras
A noite apenas tinha iniciado
O dia transformou-se
Num grande palco de discussão e desvairo.

A Capitu de São Luís
Submergiu do livro Machadiano
Sem sua meiguice
Sem sua paixão.

Mostrou-se decepcionada
Com aquela tal frase
Não havendo, mas solução...
Decretou a revolução do gênero

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

FURA OLHO PLATÔNICO


FURA OLHO PLATÔNICO

Segundo Associação do Fura Olho – São Luis (Ma) AFO, detectou uma nova forma de fura olho, cuja habilidade é forçar sua vitima em ambos os sexos. Eis a questão para analisar e enviar relatório a outros fura olhos do País.
Um fura olho é aquele quando olhar uma mulher do seu amigo conhecido até desconhecido e com seu olhar penetrante físca e leva a presa para o mordedor natural. Ainda existe aquele que finje serem gays para comer sua presa logo em seguida, após conquistar sua confiança.
Mas, contudo isso o fura olho, tem uma moral a preservar, ele não agredi suas vitimas, justamente acredita em suas armas sedutivas, usando o olhar, a boca, a dança com doses certas de sensualidades para enfim dar o bote certo e ai... Meu filho... Já foi!
Para melhor ter uma visão privilegiada ele procura uma posição com alcance de Thandera... Aquele olho de thandera, mas algo falhar não vira um antigo maligno espírito muhanês, contra-ataca com o sexo tantra, que deixa as mulheres caidinhas.
AFO tem seu detetive particular que sai dos desenhos para a realidade para ajuda a Associação. A função desse detetive é descobrir o novo tipo de fura olho no pedaço. Usará sua perspicaz juntamente com seu ajudante de faro finíssimo, resultando em pegar o novo fura olho.
O OLHO VIVO que nos garante essas descobertas de grande valor rosa partidária com o bem da humanidade feminina. Por isso, o OLHO VIVO está na área para rastrear esse tipo de fura olho, em que tipo se qualifica ou não está apto a ser um AFO.
Com isso o fura olho em questão é do tipo que força suas vitimas a beijarem-no, alguns chamam de fura olho platônico, a qual se apaixona e finje ser amigo, e tem medo que outros se aproximem de sua amigo atual, mas quando ela esta com seu namorado ou coisa assim, ele ataca com violência e extrema brutalidade para si.
Que missão difícil para nosso herói OLHO VIVO e seu ajudante FARO FINO, mas isso se resolve com o tempo até ele se adequar e qualificar como bom AFO. Bom... não queria ser um tipo AFO platônico nem se riquinho rico oferecesse seus milhões de dólares animados, prefiro nem comentar.

Alberto batista

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

DESCENDENTES NOMINAIS



Os animais que vivem bem! Sem qualquer preocupação visceral... Acordam, dormem, têm relações sexuais e não estão nem ai com o dia seguinte. Ainda por cima servem de comida a nós seres carnívoros e malfazejos, às vezes a relação entre homem e o animal (doméstico) fascinam a cada um de nós em que cada dia prefere conversar com o bicho animal ao invés do bicho homem.
A preferida de Jacó, eis um personagem bíblico que nomeou uma ovelha de Raquel surgindo assim à relação de ambos pela própria natureza... Não gigante pela própria natureza (RS), mas sim pelo equilíbrio da beleza, mas como tudo neste mundo tem a perversidade e suas discrepância moral, venho aqui dizer que os filhos do pecado do jardim do Éden até hoje propagam o mau para as pessoas de bem. Quem são eles? Não sei, o porquê causam mal a outras pessoas? Também não sei, só sei que os combatentes desses maus sempre serão brilhantes e ilustres nessa guerra armada do amor e contra-amor.
Uns dizem que a picada da abelha não dói, mas se ela for mortal, já era meu filho! Mas se for para salvar a vida? Então a picada da abelha é sagrada e milagrosa. Mas quando uma abelha atinge a ovelha de Jacó, o que ele faria? Mataria a abelha sagrada ou aceitaria o destino de sua fêmea preferida? Boa resposta não tem... Se eu fosse Jacó deixava o destino da ovelha pra Deus.
Saindo desse parâmetro bíblico e viemos para nosso destino de hoje, o que você faria se um filho da maldade (filho Caim) viesse matá-lo? O que faria você para salvar-se? Aceitaria ou lutaria ou imploraria para não morrer. No mundo de hoje há rosas partidárias, pombas guerreiras, estrelas sem constelação, há tucanos que escondem seus narizes e por fim os demônios da democracia brasileira. Há balaios negros que morrem por uma causa que acreditam até a morte e há brancos balaios que vivem por covardia de seus destinos financeiros.
Enfim, o que quero explicita nessa crônica é uma historia que aconteceu comigo sobre amor e rompimento dessas pseudestesias amorosas, que estraga sua vida por umas horas a fio, quero ressaltar que escrever é uma forma de esquecer qualquer desengano amoroso. O fato de usar personagens bíblicos dentro destes parágrafos foi somente por que os significados dos nomes dos envolvidos estão explicitados acima.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

MESA DE BAR


MESA DE BAR

Hoje é dia de final de campeonato mundial de futebol pelo sub-20 2009. Brasil x Gana, talvez outro time da África do sul, que normalmente nós amarelamos! Não sabemos por que, como estou numa mesa de bar, prefiro escrever, que fica assistindo um jogo chato e sem dinâmica de ataque, como já sabemos o resultado disso tudo, prefiro continuar e criar esta crônica de mesa de bar.
Vejo inicialmente soldados não armados e sem fome de matar por motivos “n’s” situações que não quero citar. Mas estes soldados da policia militar não estavam fardados, apenas bebendo numa mesa de bar em minha frente, claro, falando de seus serviços que prestam à população que às vezes não os são reconhecidos por esta mesma população. Espero que eles estejam de volta ao trabalho rapidinho por que tem outros policiais de greve, bom eles e os professores, ainda dizem que eles estão de volta ao trabalho que ironia não!
Há poetas configurando outro escrito para a literatura maranhense, com grandes possibilidades de saírem excelentes historia ou não! Também podem sair poesia ou crônica como estas, também vêem boêmias ao seu arredor bebendo suas cervejas, vinhos e drinks que por vez essa saudosa boemia somará há outros escritos configurados em suas composição, canções, teses e suposições literais e cientifica em uma mesa de bar.
Uma outra classe que freqüenta as mesas de bares da casa das tulhas são os organizadores de centro culturais antigos e novos. Por exemplo, o representante dos fuzileiros da fuzarca, que para nós ludovicenses é motivo de orgulho ter um bloco de carnaval antigo organizado... Um não e tantos outros. Bom quero aqui dizer que a mesa de bar é um celeiro de artistas conhecidos (Nauro e Jose de Ribamar) e desconhecidos (um tanto assim de pessoas) a lista seria grande, ainda tem o mestre que freqüentam os bares da feira da praia grande, como Mestre Zé Maria (a vida é um festa), mestre Negão (tambor de crioula), enfim pessoas que completam e regozijam nossa praia grande.

Não podia esquecer os ilustres pedintes de plantão e pessoas apoplécticas desse universo como dizia Ivan Vera “Na casa das Tulhas não se tem muito dinheiro, mas doido, até exportamos e ainda continua aparecendo na feira.” Que às vezes torra a paciência de turistas, de dentro da casa, fora da casa, negro, índio, mulher, enfim, contudo, essas figuras não são somente perturbadoras da ordem, também artesãos alternativos, que vendem seus produtos para sobreviverem dignamente.
A mesa de bar tem elementos e instrumentos que contribuem para nós seres humanos aprenderem-mos com nossas diferenças e igualdades sociais e sem isso não seria uma mesa de bar digna de diversão durante a noite ou à tarde nesses bares que nos esperam ansioso por uma pedida. Tem outro detalhe gostoso de uma mesa de bar, são as mulheres que freqüentam essa casa maravilhosa, professoras, militantes, jornalistas, universitárias enfim uma gama de beldades, sendo fundamental nesse processo criativo que nos auxiliam implicitamente explicitamente em uma inspiração noturna e diurna dessa vida que é uma festa, talvez não prestasse para alguns, para outros prestasse, para então adorna nossas capacidades amorosas.
Quero aproveita o ensejo que domingo temos a festa de Padroeiro da Casa das Tulhas dia 25 de outubro de 2009 (São Jose das Laranjeiras), será o dia todo. Sendo mais um motivo para que essas figuras e instrumentos se reencontrassem para uma dose de cerveja engradando as garrafas repedidas vezes durante o dia indo até a noite quem sabe! Sempre será um caso de amor esta comunhão entre bebedor, o copo e a mesa de bar.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

PÓS-NAMORADOS - MUSA PIAUIENSE - PARTE I


PÓS – NAMORADOS: MUSA PIAUIENSE - PARTE I


O terror não é apenas uma sexta-feira 13, que assistimos ao um filme e logo após ficamos assustados com idéia de que o mal irá nos abater. Um dia, após doze de junho, não pode ser um dia cheio de supertição que assusta qualquer menininha de 12 anos de idade. O terror é uma possibilidade do medo que não queremos enxergar, como algo tão próximo para nós mesmos ou talvez um presságio recente na nossa vida.
Como qualquer filme o mocinho sempre vence, que chato não? Mas antes, passa por uma gama de provações improváveis e prováveis, que serve, somente, para afixionar o publico. E quando falo em prender o publico, falo em um filme exibido apropriadamente na semana dos namorados, ah! Que lindo!!! E para os solteiros de plantão, que não tem nada a perder, essa chance de encontrar uma mulher solitária e indefesa, à espera de um príncipe encantado.
Porém, nada acontece de novo como no drama exibido. Tudo dá certo na tela, mas na vida real o emocionante foi o filme. O que resta fazer é, ir à Praia Grande (Reviver), e encontrar a sua história boemia da noite ludovicense. Hoje é sexta feira, sim treze, mas não macabra. No bar da Amélia, que era mulher de verdade, encontro com a galera, avisto uma negra sarará, conhecida como a musa piauiense, que tanto eu observara no almoço dessa vida, no restaurante da Vó Roxa.
Essa musa é algo inspirante e inspiradora para suas aventuras carnais e vis, ela daria um fim nessa vida vadia. Após um filme romântico que fala de casamento, amor cego, etc... E tapioca mordeu beiju... Enfim, o teor da história romanceada.
Para o nosso herói boêmio, a transferência foi algo de "feedback" de relacionamento antigo e sincero, após uma cantada ridícula e cafona e bem tímida. “A gente não pode ser garoto tímido toda a vida, tem que se dar um pouco mais, chegar perto do público sem aquela armadura toda” Tom Jobim. Como diria nosso cantor, deixei a armadura e fui à luta para ver qual a possibilidade que tinha com essa musa piauiense.
Acreditando na idéia do filme dos namorados e que tudo acabara bem, misturado com perguntas rodrigueanas e mitos sexuais dará um resultado sobrepujado na boemia natural, entre um amigo e um desejo da musa inspiradora, subermegida de um ensaio de Jorge Amado chamado dona flor e seus dois maridos praieiros. Com possibilidade pequena de um beijo na madrugada de São Luís.
Com insistência se consegue algo mesmo, no murmúrio dos finais felizes, novelas e contos... A felicidade!... Talvez!... O beijo seria algo bem... Ideal para um fim bem bacana. A sua musa piauiense lhe daria o beijo no final dessa historia? Enfim... Apenas um selo, somente um selo para marcar o final desta saga pós-namorados e, mas nada.
Sendo assim, meus amigos e minhas amigas, as histórias construídas e destruídas acontecem, noite após noites, dia após dia, até que chegue outro dia, com uma boa noite.

ALBERTO BATISTA

PLUMA


Assopro uma dezena de vezes
Para uma pluma que fica subentendida
Que sua beleza é tão doce e meiga
Que sua gesticulação é solta
E seus contornos livres e leves.

A sua fraqueza é quase inexistente
Caberá a mim descobri suas limitações
Como sua liberdade desenvolve
Como sua nuancia comporta-se

Levo na minha cabeça
Uma idéia dos acontecimentos
A proporção do 50% dos fatos relatados
De um lado o beijo molhado
Do outro a emoção do medo.

Amanheço e logo percebo
Que não é um sonho sonhado
Mas uma realidade vivida
O sentimento de uma pluma
Invadiu minha razoes escrita.

Não há complicações entre ambos
O tempo será um grande diferencial
Na vida acadêmica turística
Viva e deixe viver
Viaje e conheça o mundo




Alberto Batista

BEIJO PAULATINO


O BEIJO I - PAULATINO

As horas passam,
E com ela o sereno
Que era calmo e fino.
Virando após alguns minutos,
Numa chuva mediana natural.

E a chuva mediana
De repente some sem dar nome
Virando apenas o sereno noturno
Para aplaudir os acontecimentos boêmios.

As estrelas se incubiram
De deixar o resto da noite
Numa gostosa brincadeira
Verdadeiramente teatral
Esperando o grande espetáculo.

O que era inevitável
Viria acontecer naquela noite
O balanço da equilibrista delgada
Com a frieza do mágico Caprino.

O beijo paulatinamente assim descreve-se
:
Ardente e quente...
Acelerado compulsivo...
Repetitivo correspondente...
Balanceado abrasado...
Intenso... Enfim... Fim.

ALBERTO BATISTA

ANJO PERDIDO


ANJO PERDIDO

Digo e redigo...
Que nas ruas e becos,
Misteriosas e lendárias.
A Praia Grande de São Luís
Revela um anjo feminino nova e sapeca
Que informará a todos sobre a divina luz.

É através dessa luz divina
Que inicio o meu verso
Na inspiração noturnamente rodrigueana
Um anjo feminino protagonista em sua personagem principal.
[ela mesma]

A sabedoria ainda adolescente
Dentro dos dogmas católicos
Mas a sua voz!
Ah! Sua voz!
Ecoa um som alvoroçado
Retinindo em nossos ouvidos
Como pecado lascivo e animal.

PÓS – NAMORADOS: DOIS ANJOS EQUILIBRISTAS - PARTE II


PÓS – NAMORADOS: DOIS ANJOS EQUILIBRISTAS - PARTE III

Ando meio desligado, eu só penso...” (mutantes) é meus caros amigos, não deixo de pensar nessas duas meninas endiabradas com cara de anjo no dia de quinta-feira, onde a vida não presta e é uma festa (projeto de musica alternativa) com sede de informações com gosto de quero mais.
Quando estava com essas ninfetas, não a Lolita de Nabokov, nem muito menos Anita, mas sim duas com jeitinho dos personagens de Nelson Rodrigues, pois o objetivo delas era conhecer um pouco da boemia do praia grande, como qualquer rota turística, inicio pela mulher que ainda é mulher de verdade, sendo que esta foi a ultima aventura pós-namorados no mês de junho.
Portanto, salve São Gonçalo! Protetor dos homens brobos! Salve São Jorge! Protetor dos dragões! Salve São Marçal! Que protege nossa principal brincadeira no mês junino que é o Bumba-meu-boi. Deixamos as saudações de lado, os anjos equilibristas tinham conquistado a todos que passavam por elas com alegria e irreverência.
A noite que estávamos juntos foi uma mistura de amizade, infidelidade, intenso dentro de uma estética boemica. Sempre em qualquer dupla de dois, no caso duas, existe uma mais assanhada que a outra, com ousadia sem medo de tomar decisões, essa ousada, ou melhor, abusada tem cara do mestre do obvio na dramaturgia brasileira, lançou sua flecha da aproximação do ficar agora, esse anjo é meio equilibrista ora queria, ora não. Agora uma coisa ela tinha de espetacular o beijo paulatino que aos poucos pegava ritmo, desde lentidão até o processo acelerado da lascividade.
A vida boemia te reserva coisa que só Deus pode responder. Junho para o ludovicense, é o mês da festa do folguedo e do folclore maranhense, resumindo-se atualmente a marenhesidade, que culmina no nosso maior atrativo da terra, o Bumba-meu-boi. Para mim o mês de junho tem outra denominação é o mês pós-namorados, onde acontecer coisas que ele respondeu-me com muita alegria e contentamento.
“Solidão! Que nada! Viver é bom...” (cazuza) a sorte veio comigo, com sabor de beijo lascivo, matou minha sede, os amores da minha vida, sendo artista, da poesia bem vivida, sem tédio ou nostalgia depressiva, sendo o pão, o remédio da alegria, algo de garantia da boemia. A fonte foi achada, com a mente e com a boca escrita e nela dias vividos e convividos com mulheres de Atenas dentro da Praia grande em 2008.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

CRÔNICA ERÓTICA


CRÔNICA ERÓTICA

Fundo escuro detrás de um salão, onde os olhos não se enxergam, E que por vez o pulsador musculoso sentiu momentaneamente, Um raro prazer, em dizer que a bela jovem mulher, estava a extasiá-lo com sua volúpia em um ensaio sensual. Inicialmente sua mão feminina estava dentro da calcinha floreada, mostrando-a com vigor o que têm ali, mas bem ali, estaria o suposto necta. E todos que estava em volta dela sentiram em seus lampejos testoteronais certo anseio por ela.
Quando na segunda parte do ensaio sensual, o seu olhar fora ainda mais cruel com as cuecas presente neste lugar escuro o clima ficou meio desconfiado e aparvalhado. O transpassar dos dedos pelas laterais de sua calcinha, dando a idéia súbita de tirá-la, mexeu ainda mais com os sonhos eróticos do espectador no vento escuro.
Toquei trombone, violão, piano até chegar à corneta do diabo que exasperou os meus gametas soníferos muscular. Coloquei um jazz para acalmar-me com a presença de Louis Armstrong, Sassy, Billy Holiday e tantos outros com a possibilidade de esquecer essa modelo espetacular. Que coincidência ela dormia ao lado deles e completamente nua, disse-me, venha a mim e consome meu corpo, pois minha alma pertence à África.
Olhou-me profundamente como dissesse “o gato comeu sua língua”, após alguns minutos fite-a com olhos bem canibais, fui vê-la, mas de perto do seu corpo nu. Andei em sua direção, chegando lá, inicie um processo de beijos e caricias. Ela mudava de posição para ser fotografada melhor, encolhia os pés, mexia o corpo para frente e para trás ate quando disse: fique parada, assim perfeitinha e imóvel, esperando aquele gozo fatal do homem que vai introduzi-la.
A musica acabou e com ela meus sonhos em ter uma modelo afro brasileira, em meus braços, espero não ir ao banheiro após essa crônica erótica

AS LAGRIMAS PEDEM SOCORRO


AS LAGRIMAS PEDEM SOCORRO

Qual o grande motivo que levam duas pessoas a amar? Será que as enxurradas de gotículas lagrimejante é causada pela dor da separação, pela sedução de uma grande paixão através da conquista emocional, ainda tem o afloramento dos libidos que fazem os corpos nus choram de prazer.
São esses pormenores que paulatinamente cresce a existência do ser, para outro ser, sendo inesgotável, potável, com filtração e talvez sem filtro, dando a oportunidade ao erro vazado tampando o sol com a peneira logo em seguida, ou há de ser preenchido com suas qualidades e defeitos sinfonicamente, o lapide do namoro.
Pois é, o inexplicável aplicável da natureza humana de tantos motivos, tantas metáforas, tantas historias contadas e mal contadas de coisas complicadas de entender e ser entendido, os dois seres humanos opostos que querem se juntar podem acabar desajuntados. Os dois num conto crônico de pele albificadas, sendo uma com salpiques africano materno.
A crônica romanceada é baseada no choro... Choro? Após tanto tempo de namoro, o choro pode ser de mentira ou de verdade. Quando o choro procede da mentira provem verbalização como “lagrimas de crocodilo”, ou seja, cujo aquele (a) que procura comer sua vitima com seu choro lagrimejante. Quando procede da verdade, vem vários ditados populares na cabeça, ou seja, até que a morte os separe.
O casal de pele albificadas infelizmente!... Felizmente! No dia do veto de suas vidas, decidiram terminar... Terminar? Como assim! Só posso dizer a cantora Maysa cantaria assim “Meu mundo caiu...” não só caiu um mundo, como dois mundos que caminhavam junto até então. Salvem as baleias! Salvem os golfinhos! Salvem os peles vermelhas!... E principalmente salvem esse casal albificados que estão prestes a morrerem de lagrimas caídas ao chão.
Bem, sobrou para o salpique africano materno acudi-los que os levou ao Socorrao... Para o consolo dos dois o arrependimento misturado com a saudade mostrou-os que ainda não era hora de terminar. Eu não disse para salvar a todos, mas a grande salvação realmente foi o beijo que selou o pacto do homem com a mulher que deseja e ama, vive e convive.

FENDA ENIGMATICA


Foi apenas uma vez...
Olhei através de uma fenda.
Numa cerca velha e encharcada,
Não era uma imitação mimética,
Era algo impoluto excessivamente enigmático.

Atordoado tinha ficado Pela aproximação.
Fiquei pasmo e hipnotizado, procurando resposta.
Mais minha memória não escutava,
Nem ao menos condizia com o corpo cansado.

Era difícil de descrever e compreender
Tal forma feminina que tenha visto
Você fica estigmatizado pelo olhar dela
E aparvalhado com suas idéias indecorosas.

O MELHOR AMIGO DO HOMEM


O MELHOR AMIGO DO HOMEM

Quem disse que o cachorro é o melhor amigo do homem? O melhor amigo do homem é o seu pênis que nasce, cresce e morre sem reclamar de nada. Apesar de dar vexame em algumas ocasiões, o melhor amigo do homem tambem é uma cabeça pensante sem cerebro e nem olho, mas contudo ajuda no anti-stress e manda toda aquela energia negativa embora.
O amigo do homem é disciplinado, pois acorda cedo e sempre pronto a dar duro na vida, e quando esta triste e sem força para lutar, procura tomar seu remedio de tarja azul.
Sua Filosofia de vida é a multiplicação do seu arem pessoal. traga da religiao do Xãnanismo, prima Xãmanismo Oriental. A sua tecnica aguçada ao exremo, é chamada de arte da perfuraçao, essa arte nao é assim, como outra qualquer, consiste na mudança de posiçao para poder executa-la melhor.
Pois bem, esse universo que as mulheres querem saber, o que nós homens conversamos tanto com esse ser que nos dar prazer e alegria com tanta reciprocidade. Uma pergunta vem em nossas cabeças. que misterio é esse? que gozo natural, quando olha uma mulher do Xanãnismo brasileiro.

CONTO DE FADAS


Conto de fadas


A luz apagou...
... E o dia começou,
Foi no carnaval fora de época
Que tudo começou...
...E rapidamente terminou.

Uma boca sobrepõe à outra
Com lascividade sinergeticamente,
Sem falsa síncope.
Atraídos pelo desejo
Quando se encontraram avulsamente
Suas mentes criativas somam-se ambiguamente

Já está raiando o dia,
E a luz já tinha apagado
E como no conto de fadas
As historias somem... E vivem-se
No dia seguinte algo que não viverá.

Outra vida...
... Outro dia...
... Outro mês ...
... Outro ano...
Outro... Outro...

SINERGIA SINCOPADA


SINERGIA SINCOPADA


Foi apenas umas vezes que nós nos beijamos e sentimos algo um pelo outro... Digo pela minha parte, que senti um fica que avançaria para um outro estagio, aquele do compromisso maior, ledo engano, pois a historia termina no dia seguinte com o amanhecer do galo rosnando para o sol chegar e bater na sua face alcoolizada, mostrando o horizonte lindo e belo nas margens do rio Bacanga, dando passagens aos navegantes, indo à direção a Alcântara City.
A luz apagou esta noite, pois, o dia já vai amanhecer e chegará um novo dia, caem à chuva, raios e trovoes. São as lagrimas do pulsador vermelho dentro de mim, maldita praga romântica! Que me acompanha às vezes, quando tentamos acalentar as mulheres que necessitam desse tipo de homens. E cada vez mais, são destruídos com as decepções amorosa que elas produzem.
O meu esforço coordenado de variadas maneiras que implicam em ações surgem como uma fraqueza rítmica dentro de uma musica sobre um tempo prolongado articulando sobre uma parte forte de uma musica. Essa verdadeira força dentro de um espaço sincopado, criando na minha alma um vazio que apagou com a luz, senda acessa pelo dia seguinte. Espero que as noites não sejam iguais à noite passada, sorrirei ao amanhecer de verdade para dar um fim há uma sinergia sincopada.