sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

MEU MEDO DA SOCIEDADE MODERNA


















cada vez, as cidades urbanas crescem rapidamente em velocidade zilometricas em tempo de trilhoes de segundo por centessimo de sengundo.
e louco! É muito loucura viver nesse parvilhao de acontecimentos dantesco na qual atropelam o indiviudo do outro individuo.
vivemos no momento de stress paulistano em meios aos caos dos carros novos, e novos consumidores de baixo, pequeno e alto escalao que no arvão de estreiar seu produto, consgestinonam os horarios trabalhisticos e a vida pacada que viviámos.
o medo nos encarma a todo instante, a cada momento, ou seje na escola, em casa o todo lugar, vivemos com expectativa de uma morte proveniente de uma discussão banal, ostentada pelo consumismo sureal... real
oh! minha Terra do sabiá! cante mais alto para que nossa população nao vire um paulistano stressado e sim um ludo desenvolvido na cultura patrimonial.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

CRONICA DENTRO DE UMA BACIA - ATIVIDADE PEDIATRICA

Pede para atender! Pede para atender! Pede para atender! Assim começa nossa crônica em mais um dia na Bacia, com aquele mantra de mil vezes repetidas (o sistema ambulatorial...) que ninguém ou nenhum paciente aprende a decorar, somente pelos monges do receptivo e monjas enfermeiras vestidas de branco pregando a paz entre os povos.
Enquanto isso... o pede para ser atendido estava impaciente e desesperado com seu filho em situação de emergência e com os olhos de poucos amigos para os monges do receptivo, com ar de policial que veste seu uniforme azul marinho sem um tom blue azul de Cazuza, mas com um tom de bravo atirador.
Se o samba da crioula da Bahia estivesse um dia na Bacia, não jogava as crianças na bacia, ela se jogava de livre espontânea vontade e pegava o primeiro vôo para a Bahia. Meninos! Meninas! Os gritos que esses santos anjinhos ressoam em nossos ouvidos não estão no gibi, acredito que as mães dessas crianças tomaram red Bull quando estavam em processo de gravidez.
Pois bem, ainda tem a batalha da goela materna, na qual se enfrentam diariamente todos os dias de quem será a 1ª, 2ª, 3ª... Da fila e assim sucessivamente... Salvo aqueles casos do sistema ambulatorial, o nosso querido mantra sagrado.
A cemar devia ser processada pelo crescimento demográfico dessa região, devido da falta de luz constante, causando a gravidez de mulheres que já possuem 3,4,5,6,7 filhos com essa grande falta de energia (não dos pais e das mães) da região. Suponho que eles fazem uma novena para SANTA CEMAR protetora da luz humana feminina e o aumento de postes de luz masculina que iluminam com a falta de luz constante.
Segundo os Mamonas Assassinas... Os pediatras são os doutores responsáveis pela saúde dos pés... Mas (in) felizmente não cuidam da saúde dos pés, mas sim da saúde dos anjinhos que estão doentes e desprotegidos das doenças que assolam nossa sociedade, sendo assim, nossa Doutora dos olhos puxados é a preterida pelas nossas mães de goelas cansadas e exaustas de gritar no começo da fila... Uma ressalva elas erram o nome da pediatra.
Agora basta por hoje, tenho que trabalhar... Se não! Levo um puxão de orelha e não ganho meu ganha pão no final do mês... E não se esqueçam o nosso mantra.

ALBERTO BATISTA

AS TATUETAS

Fechei meus olhos por um tempo
Eqüidistante entre os segundos e milésimos de segundos,
Quando estiquei os cenhos, avistei 04 borboletas,
Tatuadas em uma mulher praieira do reviver.

A primeira tatuagem borbolética
Saiu do corpo nu dessa mulher...
E disse... Prolongue a frase de Carpie Die.

A segunda tatuagem borbolética
Explodiu como uma bomba nuclear
Arrasou o quarteirão do meu corpo... Dizendo:
“Curta, viva e deixa-nos viver tua vida”

A terceira tatuagem borbolética
Foi ainda mais cruel...
E falava em trevas sem luzes,
Mas ao mesmo tempo...
Disse: Acenda as luzes do quarto...
E verá o prazer proporcional.

E a quarta borbolética?
Desapareceu... Desapareceu?
Desapareceu! Não... não!
Não seja sua intenção,
Apenas um suspense sustentável na...
Leveza da amabilidade com...
Credibilidade somando-se...
Sua inesgotável força de ser ejaculada.

ALBERTO BATISTA