quinta-feira, 18 de agosto de 2016

BOEMIA CULTURAL

Quando o silêncio da madrugada Torna-se claro com boemia ressacada Quando se adaptar ao dia natural Verás que teu fígado é imortal Por tempo curto não sentirá a noite caindo Não sendo nem homem, nem ao menos menino. Serás boemia cultural nu na vida vadia, Ao som do violão Clamarei pelo teu canto, Da tua boca sedenta. Saístes o gole de cultura universal Dos teus dedos a tocar naquele piano Encantava e dizia: ‘’Chegou a turma do funil, Todo mundo bebe, mais ninguém dorme no ponto.’’ O bar todo a gargalhar, O publico todo a curtir A boemia cultural todo passear Nas ruas a cantarolar.

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